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Séries e Filmes

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Séries com atores de Gilmore Gilrs

Não escondo minha paixão por Gilmore Girls né? Estava pensando seriamente em fazer uma categoria especial só de posts sobre a série o que acham? A verdade é que falar dela é uma delícia pra mim e já recebi muitos feedbacks positivos em relação aos posts aqui no blog. Tenho mais uma lista de assuntos aqui para escrever sobre o mundo das Gilmore. Depois me contam o que vocês acham da ideia.

Bem, o assunto desse post é trazer dicas de séries com atores de Gilmore Girls. Comecei a perceber meu interesse e de gente que gosta, em assistir outras séries em que os atores participam, e para facilitar a vida de todo mundo, vou listar algumas delas aqui pra vocês!

Parenthood  – Lorealai Gilmore (Lauren Graham): ainda não comecei a ver esta série e assim que começar prometo que venho atualizar este post e dar minha opinião a respeito. Mas quem leu os livros da Lauren vê que ela fala bastante do trabalho que fez nesta série e dá muita vontade de assistir. A série conta a história dos Braverman, uma família que, como qualquer outra, enfrenta diversos problemas, mas sempre pode contar com o apoio de cada membro para superar os desafios.

The Handmaid’s Tale – Rory Gilmore (Alexis Bledel): eu fiquei muito curiosa com o trailer dessa série. Ainda não está disponível no Brasil, mas é muito instigante e ainda tem nossa querida Rory no elenco. A série acontece em um futuro distópico, os Estados Unidos não se chamam mais Estados Unidos. Agora, o país é a República de Gilead, governada por um regime totalitário e teocrático em meio a uma guerra civil, no qual a religião domina tudo. Nesse novo sistema, as mulheres são propriedade do Estado, não têm direitos e são divididas em castas – mulheres férteis, raras nessa realidade, pertencem ao grupo das aias e têm apenas uma função: procriar para famílias de homens poderosos e suas esposas estéreis.

This is Us – Jess Mariano (Milo Ventimiglia): esta eu comecei a ver e estou adorando e indicando para todo mundo. Aclamada pela crítica, está fazendo o maior sucesso. E elas é daquelas séries que não dá pra falar muito sem dar spoiler, mas resumindo, a série é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia, incluindo Rebecca (Mandy Moore), Jack (Milo Ventimiglia – o Jess de Gilmore Girls), um casal esperando trigêmeos em Pittsburgh e Kevin (Justin Hartley), um belo ator de televisão que está se cansando da vida de solteirão cobiçado.

13 razões – Lane (Keiko Agena): a participação da Keiko não é grande, mas é legal vê-la em outro papel. Terminamos de ver essa série há alguma semanas e ainda não consegui fazer a resenha dela, pois mexeu muitíssimo comigo. A história é sobre Hannah Baker, uma adolescente que, antes de cometer suicídio, envia fitas a pessoas que supostamente tem a ver com sua morte – como o título sugere, são 13 gravações relatadas ao longo de 13 episódios.

Supernatural – Dean (Jared Padalecki): quem aí tem saudade do Dean? Então pode assistir à Supernatural, série que já está na 13° temporada e  narra a história de dois irmãos, Sam Winchester e Dean Winchester, interpretados respectivamente por Jared Padalecki e Jensen Ackles, que caçam demônios, fantasmas, monstros e outras criaturas sobrenaturais no mundo.

How to Get Away with Murder – Paris Geller (Liza Weil): é um eletrizante thriller de suspense, da produtora Shonda Rhimes (de Grey’s Anatomy e Scandal), sobre um grupo de ambiciosos estudantes de Direito e sua brilhante e misteriosa professora de defesa criminal, que se vê envolvida em uma trama de assassinato que vai agitar toda a universidade e mudar o curso de suas vidas. Só por ser da Shonda já assistiria e ainda tem nossa Paris para matarmos a saudade, que a propósito, está linda!

Jessica Jones – Lucy (Krysten Ritter): quem lembra da Lucy? Amiga da Rory em Yale? Fiquei tão feliz ao vê-la na pele de Jessica Jones. Indico muito esta série e simplesmente amei Defensores e dei boas risadas por causa dela. Quem curte Marvel, acredito que vai gostar muito de Jessica Jones. 

Prevista: The Resident – Logan (Matt Czuchry): eu sei que o Logan já fez outras séries, mas eu quis indicar esta especialmente, porque também teremos a linda da Emily VanCamp (Revenge) e é mais uma série médica que fala da história de um jovem médico idealista começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, que revela o lado bom e mau da medicina moderna.

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Gilmore Girls: a série do coração

Quando me perguntavam antigamente, qual era minha série preferida, eu arriscava a dizer algumas que eu havia gostado muito. Mas claro que apesar de ter gostado muito de determinadas séries e ficar totalmente na bad, triste, carente, órfã quando acabaram, nenhuma tinha sido aquela “série do coração”.

Antes de escrever esse texto, claro que fui procurar definições do que seria uma “série do coração” e encontrei um texto falando só sobre isso, (leia aqui)! Mas basicamente uma série do coração é aquela com a qual você tem um caso de amor, que não cansa de assistir, que quer ver e rever, e acompanha os atores, imagina o que terá sido dos personagens, indica pra todo mundo, quer discutir sobre e etc. Deu pra entender? Então vamos lá!

Meu caso de amor por Gilmore Girls

Eu não conhecia a série, (ou pelo menos não me lembro de ter visto) até a saída do revival na Netflix. Vi muitos amigos comemorando a volta da série e eu lá sem entender o porquê de tanta estardalhaço, até que, resolvi assistir (o revival primeiro). Pronto! Amor à primeira vista, já fui logo procurar os primeiros episódios para ver, e estou vendo tudo de novo pela segunda vez.

Tenho muitas hipóteses de quais foram meus pontos de conexão com a história em um primeiro momento, talvez o fato da história ser toda baseada na relação da mãe com sua filha me emocionou e me fez querer entender mais a história, mas depois, fui vendo muita beleza e riqueza em cada detalhe: nos personagens, na cidade, na simplicidade, da rotina, no roteiro, nos diálogos, na trilha sonora e aí não tinha mesmo como não se apaixonar.  Hoje, sempre que eu estou cansada e precisando mesmo me desligar eu vejo um episódio, pra mim me transporta para um lugar tranquilo, gostoso e aconchegante.

Depois que acabei de ver a primeira vez, comprei o livro “Falando o mais rápido que posso – De Gilmore Girls a Girlmore Girls” escrito pela atriz principal, a Lauren Graham. Ela conta, entre outras coisas, toda a trajetória dela, desde o início da série, até o revival. E aí a gente fica doida para assistir de novo e entender algumas coisas, prestar atenção em alguns detalhes que ela menciona no livro, e principalmente desfrutar da série sem aquela pressa da primeira vez de querer saber o próximo acontecimento.

Do que fala a série

“Gilmore Girls é um seriado que narra a vida de Lorelai Victoria Gilmore, nascida em berço e ouro, de uma família muito rica e tradicional, que aos 16 anos se apaixona e engravida. Assim que seus pais ficam sabendo forçam-na casar-se, mas ela resolve tomar uma atitude rebelde e decide deixar sua casa e sem o apoio da família dá luz a uma menina chamada Rory. Sem se abater, cria sua filha sozinha, sempre com seu jeito meio paranóica, excêntrica, divertida e com um leve toque de loucura e procura ser para sua filha, mais que uma mãe, mas uma amiga, uma irmã e muitas vezes é a filha Rory é que tem que assumir o papel mais adulta da casa. O espetáculo tem início quando Rory já é uma adolescente, com seus problemas na escola, namorado e a mãe tentando tocar a sua vida da melhor forma possível, lidando com suas paixões e sua família, com quem ela passa a ter maior proximidade.”

 

10 motivos para assistir ou porque ela é minha série do coração

Acho que rolou muita identificação minha com a história em diversas aspectos, mas, Gilmore Girls é aquela série quentinha, que dá um afago no coração, é uma história de amor em muitas nuances, é uma delícia de assistir, divertida ao mesmo tempo que faz a gente refletir.

E como eu sei que não vou te convencer a ver simplesmente por isso, então tentei enumerar algumas razões pelas quais Gilmore Girls é única:

1- Lorelai Gilmore – Lauren Graham: Não tenho dúvidas de que, muito antes de me apegar à história, a personagem Lorelai foi a grande responsável por não querer parar de assistir. Ela é divertida, pensa rápido, fala rápido, leva a vida com muito bom humor, é forte e inspiradora. Mas ao mesmo tempo é humana, erra, volta atrás, busca consertá-los. Mostra que nunca é tarde para realizar sonhos e que devemos encarar as consequências de nossas escolhas de cabeça erguida sempre.

 

De brinde, a gente conhece a Lauren, a atriz que interpreta a Lorelai, e a gente passar a amar do mesmo jeito. Divertida, carismática, batalhadora. Veja alguma entrevista dela no YouTube, leia alguma livro dela e depois, garanto que não vai se arrepender.

2- Stars Hollow: A cidade, que é cenário de toda esta história, é um show a parte. Aquela cidade pequena com suas particularidades, e moradores que parecem ter saído de algum livro, onde todo mundo cuida de todo mundo. Acho que todo mundo que assiste à série já quis se mudar pra lá. Stars Hollow foi inspirada numa cidade real chamada Washington Depot, só para saber se um dia realmente quiser morar em algo parecido. A cidade cenográfica também já foi palco de outros filmes e séries.

3- Referências à Cultura Pop e à literatura: Quem gosta da cultura pop vai se esbaldar com Gilmore Girls e todas as suas referências à músicas, filmes e literatura. Acredite, há diálogos inteiros somente com essas referências. Além disso, a personagem Rory é uma leitora nata e uma fonte inesgotável de referências, gerando até um projeto entre os fãs, o “Rory Gilmore Books Project” que consiste em tentar ler todos os 340 livros já mencionados na série.

 

4- Diálogos rápidos: Aliás, falando em diálogos, os da série são muito bem escritos, divertidos e inteligentes e com muitas referências como mencionado acima. E para melhorar, são muito rápidos, dando um charme a parte à história. No livro da Lauren, ela conta que os scripts de Gilmore Girls costumavam ter cerca de 80 páginas por episódio, enquanto as séries com diálogos “normais” possuem em média 40-50 páginas.

5- Personagens secundários: Todos os personagens de Gilmore Girls são singulares. Foram cuidadosamente criados com suas particularidades, histórias pessoais e com um papel fundamental em toda a história, criando as mais diversas situações, de engraçadas à dramáticas. Você não consegue imaginar a história sem qualquer um deles.

 

6- Personagens femininos fortes: A série é sobre relações, mas é sobre mulheres. Possui personagens femininas fortíssimas, cheias de inspiração. Não só Lorelai, que acaba sendo o ícone, mas as outras mulheres, fortes, guerreiras, donas de si e de seus sonhos, cada qual a sua maneira. E tudo fica mais lindo quando elas se apoiam em várias situações e decisões.

7- Café: O café tem destaque nessa série, mas, mais do que o líquido ele dá uma poesia toda especial às série. O Forever Young Adult fez um projeto especial revendo Gilmore Girls e o pessoal fez as contas: Entre os 153 episódios que compõe a série foram ingeridas 503 xícaras de café. E claro que além do café, o Luke’s, onde elas tomam boa parte dessas xícaras é um lugar pitoresco e que tem uma importância fundamental na série.

8- Luke e Lorelai: Daqueles casais que você se apaixona de cara, torce, sofre, shippa até não querer mais.

 

9- Revival: Se você, assim como eu começou pelo revival, para tudo e vai ver a série desde o começo. A existência do revival faz tudo ficar ainda mais gostoso, porque a gente sabe que a história continua, 9 anos depois do seu primeiro término.

10- Aprendizados de vida: As relações que a série traz, seja de Lorelai com seus pais, com sua filha, com o pai da filha, e também as relações entre os personagens da série trazem muitas reflexões e ótimos aprendizados. Depois que vi o revival ainda aprendi muito com a maneira que Lorelai, Luke e os moradores levam a vida, de modo simples, buscando o que de fato é importante nessa vida.

 

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[Filme da vez] A cabana

O filme baseado no best seller de William P. Young finalmente chegou aos cinemas e vem despertando a curiosidade de muita gente, mesmo de quem não leu o livro, como foi o meu caso. Mesmo assim, já havia procurado a respeito e sabia do que se tratava: uma história que fala de fé e claro, com um apelo cristão, porém, aparentemente sem “puxar” para nenhuma religião específica.

Particularmente, sou fascinada com as religiões no geral e gosto de filmes que falam delas. Acho que são uma forma de eu ver pela fé do outro e entender melhor tantas manifestações diferentes.

Mas o filme A Cabana acabou me trazendo uma visão da fé de uma forma muito diferente do que imaginei, não é ofensivo com quem não crê e não tem a intenção de conquistar adeptos ou impor verdades. Ou seja, conta a história pessoal de uma descoberta da própria fé do personagem com elementos que ele precisava e da forma que ele que ele estaria receptivo naquele momento, indo de encontro com algo em que eu acredito muito: que cada um possui seu próprio caminho de encontro com sua crença, com suas verdades e nenhum caminho é errado, se faz de você uma pessoa melhor.

O filme surpreendeu pelo tom pacífico com que tratou o assunto com levantamento de questões inerentes a nossa condição e despertando muitos sentimentos e reflexões acerca de nossas escolhas e da forma com que lidamos com a dor em momentos de sofrimento, se aprofundando na medida certa para não abraçar demais os preceitos dessa ou daquela doutrina.

Do que o filme fala

O filme conta a história de um homem que vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

 

Fala de uma jornada interna de fé do personagem, onde ele busca respostas acerca de justiça, Deus, fé e perdão. Mostra de maneira didática, ensinamentos e caminhos de cura, e traz reflexões muito pertinentes em nossa própria vida.

Motivos para assistir e curiosidades

O filme e emocionante, nos toca e faz pensar. Independente de ter lido o livro, ou de seguir essa ou aquela religião, ele fala muito mais de espiritualidade em si do que de uma crença específica. É daqueles filmes que mudam a forma com que vemos muitas coisas. A interpretação de Octavia Spencer (indicada ao Oscar por ‘Estrelas Além do Tempo’) está maravilhosa e acolhedora em seu papel.

Em 2005, William Paul Young estava à beira da falência. Foi nesta época que ele decidiu escrever sobre seus sentimentos em relação a Deus e presentear sua família e amigos próximos com o livro. Ele nunca imaginou que um dia venderia milhões de cópias do livro A Cabana.

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